DÊ SANGUE - SALVE UMA VIDA


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06/09/2008

História da Freguesia 2.ª parte

Em Setembro de 1852, Olivais passou a Concelho, o maior do país, como consequência de uma remodelação administrativa. Com 22 freguesias, estendia-se de Loures a Arroios, integrando o Lumiar, o Campo Grande, o Tojal, Sacavém, Bucelas e Beato. Em 1875, no conjunto das suas 22 freguesias, o Concelho dos Olivais revelava-se dificilmente governável, tendo a sua sede em cinco locais diferentes. Resistiu cerca de 30 anos, sendo extinto em 1886. No início do século XX, quando a rua operária de Alves Gouveia ficou pronta, o Largo do Rossio mostrava toda a sua agitação, sendo bastante concorrido. Em 1891 inauguraram-se um chafariz e um coreto. Num palacete localizado à saída da Praça vivia a Viscondessa D. Maria Rosa da Veiga Araújo, que fundou em 1896 um asilo para crianças pobres. Em sinal de gratidão o Largo do Rossio passou a ter o nome da Viscondessa.
Foi em 1933 que o governo tomou medidas para resolver o problema de falta de habitação para os mais desfavorecidos. Assim nasceram diversos bairros, entre os quais o Bairro da Encarnação, planeado em 1940 pelo Arquitecto Paulino Montez. Trata-se de um bairro de pequenas moradias em estilo neo-tradicional português, com o formato peculiar de uma borboleta. Também nos anos 40 são construídas uma série de estradas novas que ligam os Olivais ao centro de Lisboa. Em 1942 foi inaugurado o Aeroporto da Portela, e os aviões deixaram de aterrar no cais dos hidroaviões. Nos Olivais, multiplicaram-se os prédios e o “antigo” foi-se degradando; em meados dos anos 50 tudo começou a mudar. Cortaram-se as oliveiras, desapareceram as quintas, as hortas e as searas. Desapareceu a paisagem campestre.

INFORMAÇÃO


Calendário Escolar 2008/2009

As actividades educativas nos estabelecimentos do ensino pré-escolar têm início entre os dias 10 e 15 de Setembro de 2008 e terminam entre 6 e 10 de Julho de 2009.
As interrupções estão previstas por um período de cinco dias úteis, seguidos ou interpolados, entre os dias 22 de Dezembro de 2008 e 2 de Janeiro de 2009, e entre 6 e 13 de Abril de 2009.
Haverá, também, um período de interrupção das actividades educativas entre os dias 23e 25 de Fevereiro de 2009.

História da Freguesia dos Olivais 1.ª parte

Para a área que hoje é ocupada pela freguesia de Santa Maria dos Olivais encontram-se registos de propriedades agrícolas pertencentes a comunidades religiosas e a mouros; no entanto foram encontrados vestígios de ocupação ainda mais remotos, quando em 1964 durante a construção da Av. Marechal Gomes da Costa as escavadoras colocaram a descoberto restos de uma povoação/necrópole Neolítica (ossadas, cerâmicas, moedas e uma sepultura completa da época romana).
A maior e mais populosa freguesia lisboeta remonta ao Séc. XIV, à data de 1397, quando o Arcebispo de Lisboa, D. João Anes, a 6 de Maio cria a paróquia e a freguesia no lugar onde teria sido construída nesse século a igreja da Praça. Mas Olivais Velho só começou a estruturar-se no século XVI com a construção das casas em redor da igreja matriz, nascendo assim o primeiro núcleo urbano da região, Santa Maria dos Olivais, habitada principalmente por agricultores que trabalhavam nas propriedades dos arredores, pertencentes na maioria às comunidades religiosas.
A partir do século XVII, a nobreza começa a instalar-se nos Olivais, cativada pelo clima e "bons ares", ocupando algumas quintas até então pertença dos religiosos. Multiplicam-se as casas de campo e as quintas, as quais se ligavam por azinhagas. Dessa época apenas sobram duas quintas, que conservam apenas as suas casas originais: a Quinta do Contador Mor e a Quinta da Fonte do Anjo.
Na época áurea dos fidalgos, em finais do séc. XVIII, a povoação hoje na área conhecida por Olivais Velho, era uma verdadeira aldeia. O terramoto, apesar de não ter provocado danos consideráveis, fizera ruir a igreja matriz, reconstruída logo de seguida. Só o cruzeiro ficou intacto. Nas traseiras da igreja o Campo da Feira passou a Rossio, o qual nas suas imediações viu crescer o casario e primeiros arruamentos. A comunidade organizava-se agora num pequeno burgo, já não subsistindo exclusivamente do campo. Em 1832-34, com Revolução Liberal, a aristocracia dá lugar a uma ascendente burguesia, próspera no comércio e indústria, extinguindo-se as ordens religiosas. Em 1863, o Estado aboliu os morgadios, as quintas foram sendo abandonadas pela aristocracia e tomadas por rendeiros ou adquiridas por industriais. A instalação do caminho-de-ferro “Lisboa-Carregado” em 1856, provocou uma alteração radical nos Olivais. Dava-se início à era industrial.

05/09/2008

O Brasão dos Olivais




O brasão dos Olivais foi atribuído por decreto em 1860.

O escudo divide-se em duas partes, tendo na primeira as armas de Portugal, na segunda, o quartel superior apresenta a Rainha Santa Isabel ladeada pelo Rei D. Diniz e pelo Infante D. Afonso. No quartel inferior observa-se duas oliveiras. O escudo é encimado pela coroa real. Simboliza as tréguas que fez Santa Isabel entre o seu marido e o seu filho em 1323.

DIA MUNDIAL DO ANIMAL


Passeio de Avós e Netos 28Set.o8

Milha McDonalds - 27Setembro2008

PANDA DO KUNG FU

A Nossa Escola

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