DÊ SANGUE - SALVE UMA VIDA


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05/07/2009

REGRAS DE SEGURANÇA NA PRAIA


Para umas férias seguras na praia, há algumas regras básicas de segurança que devem ser respeitadas:

Frequente praias vigiadas e respeite as bandeiras
Uma das formas de evitar acidentes passa pela escolha de uma praia vigiada, onde exista o pessoal e material de salvamento necessários para qualquer emergência. Porém, mesmo que a escolha recaia numa praia vigiada, é essencial respeitar as bandeiras de sinalização do estado do mar.

Respeite as bandeiras
Tal como um semáforo de trânsito, se a bandeira içada no mastro for verde, pode seguir em frente para umas braçadas no mar –sem esquecer as regras de segurança. Se o vigilante içou a bandeira amarela, pode entrar na água mas não deve nadar. Em geral, a bandeira amarela significa que existem correntes marítimas fortes. O perigo espreita quando a bandeira está vermelha. De acordo com as regras de segurança, é proibido entrar na água quando a bandeira vermelha está içada. As causas podem ser diversas: presença de produtos tóxicos na água, fortes correntes marítimas, presença de tubarões, ou outras.

Respeite as instruções dos nadadores-salvadores
Formados pelo Instituto de Socorros a Náufragos, os nadadores-salvadores portugueses conhecem os perigos do meio aquático e têm como função zelar pela segurança dos banhistas. Mas, para isso, é preciso que estes colaborem e respeitem o apito dos homens das praias. Os nadadores-salvadores existem exclusivamente para proteger os banhistas. Respeite os seus conselhos.

Depois das refeições, espere três horas antes de tomar banho
“Como não comi muito, daqui a duas horas já posso tomar banho”. Quantas vezes não ouvimos alguém dizer isto assim que acaba de comer e quando se prepara para uma tarde na praia. Numa pessoa saudável, a digestão dos alimentos demora cerca de três horas a completar-se. Dependendo da quantidade e do tipo de alimentos ingeridos, o tempo de digestão pode alongar-se, mas raramente é inferior. Durante essas três horas, o sangue flui com grande intensidade para os órgãos encarregues da digestão, fazendo subir a sua temperatura e aumentando o perigo de uma congestão devido ao contacto com a água mais fria.

Evite a ingestão de bebidas alcoólicas
É tentadora a ideia de uma cerveja fresquinha, acompanhada de uns tremoços ou de uns camarões, numa qualquer esplanada de praia e sob um sol abrasador. Tudo estaria bem se as bebidas alcoólicas não retardassem a digestão. Por essa razão, a sua ingestão numa tarde de praia é desaconselhada. Ao invés, beba muita água e coma apenas fruta.

Não nade contra a corrente
Por comodismo, ou para vigiarem os pertences que deixaram na praia, os banhistas tendem a entrar e a sair da água na zona onde estenderam a toalha. Mas por vezes o caminho rumo a terra torna-se numa luta penosa contra a corrente. Se for apanhado por uma corrente, mantenha a calma e deixe-se arrastar para não se cansar muito. Nunca tente nadar contra a corrente. Nade obliquamente até conseguir alcançar a costa. E verá como conseguirá chegar são e salvo... a alguma distância da sua toalha.

Nade paralelamente à costa
O mar não é o local apropriado para mostrar os seus dotes de nadador. Até porque, para quem está na praia, você será apenas um pontinho escuro numa imensidão de azul. Não corra riscos desnecessários. Não se esqueça de que para lá todos os santos ajudam, mas a viagem de regresso pode ser um tormento. O cansaço e os músculos arrefecidos pela água podem requerer a intervenção do nadador-salvador, além de se poder entrar em estado de hipotermia. Nade sempre paralelamente à praia e as hipóteses de ser bem sucedido aumentarão.

Vigie as crianças
Correr e brincar à vontade na praia é o sonho de qualquer criança. Mas o perigo pode espreitar. Basta um pequeno descuido para que os miúdos se aventurem na água, se percam na extensão do areal ou vão atrás de alguém que os chama ao passar. Vigie todos os seus movimentos. Assim que der por falta das suas crianças, não hesite em pedir auxílio ao vigilante. Há um dado que pode facilitar a busca: por instinto, os mais pequenos evitam apanhar com a luz solar nos olhos, por isso é natural que tenham feito o percurso de costas voltadas para o sol.

Não entre de rompante na água após longos períodos de exposição ao sol
Já para não falar dos graves problemas de pele que pode causar, a exposição ao sol é também perigosa devido ao aumento de temperatura que o corpo sofre. Por essa razão, uma entrada de rompante na água pode provocar um choque térmico e até a morte instantânea. A melhor forma de entrar na água depois de uma exposição solar prolongada é começar por molhar-se lentamente de baixo para cima,de forma a estabilizar a temperatura do corpo. Nunca permaneça na água se sentir arrepios.

Nade acompanhado
Nem sempre é possível encontrar companhia para ir dar um mergulho, mas pode sempre escolher-se um local onde haja mais gente a tomar banho. Se estiver acompanhado na água, há sempre possibilidade de pedir auxílio com mais rapidez. Mas atenção: se vir alguém aflito não tente fazer um salvamento se não tiver preparação adequada para tal. Em situações de pânico, uma pessoa fica com o triplo da força e tem tendência a agarrar-se a quem o tenta salvar. Se a pessoa que efectua o salvamento não souber como agir pode acabar por ficar também em perigo de vida. Se vir alguém em perigo, alerte o nadador-salvador.

Avise quando for tomar banho
Não entre na água sem avisar os seus acompanhantes. Acontece que uma pessoa se encontre em perigo no mar e os seus próprios acompanhantes só darem por isso tarde demais, por nem sequer saberem que ele está na água. Se os seus amigos souberem onde está, detectarão mais cedo uma situação de alarme.

Cuidado com o uso de barbatanas
As barbatanas podem aumentar a sua velocidade de uma maneira excitante, mas também o podem levar facilmente para longe de terra e, como o obrigam a um maior esforço muscular, podem cansá-lo mais depressa e causar cãimbras. Experimente todos os equipamentos novos em situações de segurança.

Cuidado com as cãimbras
O esforço muscular e o frio podem causar cãimbras. Se tiver uma cãimbra não se alarme. São situações frequentes. Ponha-se a flutuar de costas e tente descontrair o músculo contraído. Se a cãimbra for na perna pode tentar puxar o dedo grande do pé com o calcanhar do outro pé. Mas suavemente, para não fazer uma cãimbra no músculo oposto. Depois, tente nadar lentamente para terra.

Nunca hesite em pedir ajuda
É melhor pedir ajuda antes de se encontrar numa situação desesperada. Se estiver pouco à vontade na água, se começar a sentir-se cansado, dominado pela corrente, se constatar que se afastou demasiado da costa sem dar por isso, se receia não conseguir voltar para terra em segurança, se tiver uma cãimbra que prejudica a sua capacidade de nadar, se se encontrar de repente fora de pé sem querer, peça ajuda a alguém próximo. A prudência é boa conselheira. Se quiser armar em forte, a sua imprudência pode colocá-lo a si em perigo... e ao nadador-salvador que terá de o ir buscar.

Tente obter informações sobre as praias que frequenta
Os banhistas devem recolher informações sobre as praias que frequentam, sobretudo no que respeita a correntes, rochas, fundões e zonas de perigo, assim como informação sobre as marés. Estes dados, em conjunto com o conhecimento das regras básicas de segurança, ajudá-lo-ão a ter uns dias de praia seguros.

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